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Ryanair continua sem passar faturas apesar da pressão do Fisco

Ryanair continua sem passar faturas apesar da pressão do Fisco

NOTÍCIAS FINANCEIRAS

Ryanair continua sem passar faturas apesar da pressão do Fisco

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elicrisko / Flickr

A Ryanair continua sem passar faturas aos contribuintes portugueses. Mais de dois anos depois do caso ser conhecido, o Fisco ainda não conseguiu obrigar a transportadora irlandesa a passar faturas.

Quando o caso foi conhecido em 2017, o Governo pediu a intervenção da Autoridade Tributária. Dois anos depois, os passageiros portugueses continuam a queixar-se por não conseguirem obter faturas com o número de contribuinte discriminado.

De acordo com o Jornal de Notícias, os passageiros passam por um “calvário” para tentar obter a fatura com o contribuinte –  e “quase sempre” não conseguem obter a mesma. O processo implica ser encaminhado para uma linha de apoio telefónico em inglês, mas mesmo assim as tentativas são quase sempre infrutíferas.

A maioria das reclamações surgem dos Açores devido ao subsídio de mobilidade, comparticipação estatal para suportar as viagens. Para contornar a situação, o Governo Regional dos Açores deu indicações aos CTT – que recebem os pedidos de reembolso do subsídio de insularidade – para aceitarem o recibo de compra da viagem. No caso da Madeira, a maioria das reclamações são contra a Easyjet pelo mesmo motivo.

Questionada pelo JN, a Autoridade Tributária limitou-se a dizer que “tem tomado todas as ações legalmente previstas para garantir o cumprimento da legislação nacional e europeia por parte dos agentes económicos”. Recusando falar do caso específico da Ryanair, a AT diz que tem “levado a cabo as diligências necessárias, em caso de incumprimento de obrigações legais, para garantir a efetiva observância da legislação fiscal“.

Na segunda-feira, a companhia aérea enviou uma nota de culpa a pelo menos 12 trabalhadores portugueses, na qual informa que vai abrir um processo disciplinar “com intenção de despedimento”, alegando que os funcionários em causa não cumpriram os serviços mínimos durante a greve de 20 a 25 de agosto dos tripulantes. Os trabalhadores foram suspensos “preventivamente” até à conclusão do procedimento disciplinar.


 

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