Pestana CR7Hotel Pestana CR7, no Funchal
Apesar dos condicionamentos causados pela pandemia de covid-19, as obras dos hotéis da marca Pestana CR7 em Madrid, Nova Iorque e Marraquexe não pararam e estão a ser finalizadas. As inaugurações têm ainda data incerta, mas não vão ocorrer antes do segundo trimestre de 2021, avança o Expresso.

O surto epidemiológico da covid-19 fez atrasar as obras dos hotéis CR7 que estavam em construção em Madrid, Nova Iorque e Marraquexe, resvalando o prazo de entrega de materiais, com uma série de restrições à circulação sucessivamente decretadas em diversos países.
Além disso, o turismo paralisou, o que não torna esta altura propícia para a inauguração dos hotéis que o jogador de futebol tem em parceria com o grupo Pestana, num investimento a 50/50, noticia o jornal Expresso.
De acordo com o grupo Pestana, o objetivo para os três novos hotéis CR7 é o de terminar toda a parte de construção entre o final deste ano e o início do próximo. E, dependendo do evoluir da pandemia e de a procura turística começar a retomar, as aberturas dos hotéis poderão acontecer em 2021, mas não antes de abril.
O hotel que mais atrasos sofreu devido a restrições de circulação e a falhas nas entregas de materiais de construção foi o da Gran Vía, na capital espanhola, programado para ser o primeiro CR7 fora de Portugal, e que envolveu investimentos de 15 milhões de euros.

Já a inauguração do de Nova Iorque, nos Estados Unidos, localizado na icónica Times Square, estava prevista para 2020 com bastante mediatismo.
O terceiro hotel CR7, que está na reta final das obras, é o de Marraquexe, em Marrocos, onde o investimento está a ser feito por terceiros, apesar de ser o grupo Pestana a assegurar a gestão.
Além disso, os dois hotéis de Cristiano Ronaldo que estavam em funcionamento em Portugal – na baixa de Lisboa e no Funchal – permanecem fechados desde o início da pandemia, em meados de março.
Na Madeira, era esperado que o espaço pudesse reabrir no final do ano, objetivo que ficou gorado pelo evoluir da pandemia e por o governo britânico ter decretado restrições às viagens de lazer dos cidadãos ingleses.


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