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Certificado ou teste negativo exigidos em restaurantes ao fim de semana em concelhos de maior risco

Certificado ou teste negativo exigidos em restaurantes ao fim de semana em concelhos de maior risco

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Certificado ou teste negativo exigidos em restaurantes ao fim de semana em concelhos de maior risco

António Cotrim / LusaA ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Mariana Vieira da Silva.
Aos fins de semana, os restaurantes dos concelhos de maior risco vão passar a exigir a apresentação de certificado digital ou autoteste negativo feito na hora.

O certificado digital passa a ser exigido nos alojamentos turísticos e de ajolamento local e nos concelhos em risco elevado e muito elevado no acesso ao interior dos restaurantes à sexta-feira a partir das 19h e durante todo o fim de semana, assim como nos feriados. Nas esplanadas dos restaurantes não é necessário apresentar certificado ou autoteste negativo.
O certificado digital ou teste negativo passa, assim, a ser exigido nos alojamentos turísticos e de alojamento local, todos os dias e em todo o território. Só nos restaurantes é que a obrigatoriedade é restringida aos horários referidos.
“Com o certificado, com uma disponibilização muito mais frequente de testes, temos condições para ter muito mais condições de segurança”, diz a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, garantindo que o passo do certificado em hotéis e restaurantes é “muito significativo” e “aumenta a segurança” sem restringir a atividade económica.

Pelo lado positivo, os restaurantes voltam a fechar às 22h30 nos concelhos de maior risco e não às 15h30, como acontecia até agora.
A partir de agora haverá a obrigatoriedade de “autoteste” ao fim de semana para acesso a restaurantes nos concelhos de risco elevado e muito elevado. Os testes serão feitos no próprio estabelecimento, vendidos na farmácia ou mesmo nos supermercados.
Os autotestes passarão a ser exigidos a partir de amanhã. No entanto, o Governo não consiga precisar quando é que estarão à venda em supermercados e hipermercados.
Os testes possíveis para a entrada em hotéis e restaurantes são: o teste PCR, feito 72 horas antes; o teste de antigénio com relatório laboratorial, realizado 48 horas antes; um teste rápido de antigénio na modalidade de autoteste, realizado 24 horas antes na presença de um profissional de saúde ou da área farmacêutica; ou ainda o autoteste realizado à porta do estabelecimento.
A fiscalização será feita pela ASAE e pelas forças de segurança, esclareceu a ministra. Os testes ou certificados, por sua vez, serão exigidos “no momento do check-in” dos alojamentos turísticos e alojamento local.
Após reunião do Conselho de Ministros esta quinta-feira, o Governo anunciou a lista de concelhos em risco elevado e muito elevado. Passam agora a ser 33 os concelhos em risco muito elevado e 26 os concelhos em risco elevado.
Os concelhos em risco elevado são: Albergaria-a-Velha; Alenquer; Aveiro; Azambuja; Bombarral; Braga; Cartaxo; Constância; Ílhavo; Lagoa; Matosinhos; Óbitos; Palmela; Portimão; Paredes de Coura; Rio Maior; Salvaterra de Magos; Santarém; Setúbal; Sines; Torres Vedras; Trancoso; Trofa; Viana do Alentejo; Vila Nova de Famalicão; Vila Nova de Gaia; e Viseu.
Por sua vez, os concelhos em risco muito elevado são: Albufeira; Alcochete; Almada; Amadora; Arruda dos Vinhos; Avis; Barreiro; Cascais; Faro; Lagos; Lisboa; Loulé; Loures; Lourinhã; Mafra; Mira; Moita; Montijo; Mourão; Nazaré; Odivelas; Oeiras; Olhão; Porto; Santo Tirso; São Brás de Aportel; Seixal; Sesimbra; Silves; Sintra; Sobral de Monte Agraço; Vagos; e Vila Franca de Xira.
Além da limitação de circulação na via pública entre as 23h e as 5h, estes 60 concelhos ficam sujeitos a outras medidas restritivas, nomeadamente nos horários do comércio e restauração.
Há ainda 34 concelhos em alerta, com mais de 120 casos por 100 mil habitantes.
Citada pelo Observador, Mariana Vieira da Silva confirma que as restrições para entrar e sair da Área Metropolitana de Lisboa deixam de existir. Isto porque a variante Delta já “existe em todo o território nacional”.
A governante sublinha ainda que Portugal continua na zona vermelha da matriz. “Continua a verificar-se um agravamento, em particular esta semana, em que a média diária de casos subiu 54%”, salientou.
Daniel Costa, ZAP //


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